quinta-feira, 5 de novembro de 2009

OpenOffice.org supera cem milhões de downloads

A Comunidade OpenOffice.org está comemorando cem milhões de downloads registrados para a versão mais recente do seu software, lançado há quase um ano. As comemorações serão realizadas na abertura da Conferência Anual da Comunidade, que este ano será em Orvieto, Itália, de 03 a 06 de novembro.



Cem milhões de pessoas clicaram no botão Download OpenOffice.org desde que a versão 3.0 do software foi anunciada há pouco mais de um ano. Com o lançamento da versão 3.1, liberada em maio deste ano, e uma versão 3.2 que já está nas mãos dos beta testers, líder mundial em software open-source, a suíte de produtividade de escritório continua a gerar entusiasmo entre os desenvolvedores e usuários finais. A champanhe já está sendo preparada para as celebrações na Conferência Anual da comunidade que acontece em novembro em Orvieto, Itália.


Italo Vignoli, porta-voz da conferência, explicou a importância do marco e do evento. "Estamos muito contentes de receber a comunidade OpenOffice.org que vem para a Itália em um momento tão memorável. Aqui na Itália temos visto 8 milhões de downloads da versão em italiano, nos 12 meses até Outubro de 2009, contra menos de 7 milhões de novos PCs vendidos no mesmo período. Isto prova que a nossa quota de mercado no segmento de suítes de escritório para uso pessoal está crescendo e de forma constante. Usuários estão pedindo uma suíte de produtividade pessoal, e estamos dando a eles exatamente o que querem - sem tentar forçá-los a usar outros produtos que não precisam. Nossa conferência está aberta a qualquer pessoa interessada em OpenOffice.org - Por favor, venha e junte-se às celebrações ".


O que torna as estatísticas impressionantes é que os downloads são registrados apenas através do portal OpenOffice.org, um fato bem interessante, pois um grande número de usuários do Linux geralmente fazem a instalação do software de seu próprio distribuidor. Além disso, muitos usuários adquirem o OpenOffice.org através de outros sites locais de download (espelhos), redes ponto a ponto (peer-to-peer), CDs ou outras mídias.


A Comunidade OpenOffice.org é uma rede global de voluntários e patrocinadores que procuram tornar o software disponível para instalação e uso para qualquer finalidade em praticamente todos os computadores em qualquer lugar, absolutamente, sem nenhum custo. A suíte OpenOffice.org, possui código aberto e engloba em seu pacote de programas, processadores de texto, planilhas de cálculo, apresentações e banco de dados, comparando com os da concorrência, por exemplo, produtos da Microsoft Office, alguns diriam que é bem superior.


O OpenOffice.org dispensa compra de licença de uso, não tem taxa de renovação anual, e não há necessidade de comprar um 'upgrade' cada vez que uma nova versão sai. Sendo um produto imune a vírus, o software pode ser facilmente instalado, convenientemente para download e perfeitamente preparado para funcionar, capaz de ler e escrever para o produto da concorrência o Microsoft Word e Excel, mesmo se esses aplicativos não estiverem instalados, e apoiado por um rede mundial de suporte técnico ... tudo sem nenhum custo.


A Comunidade OpenOffice.org é apoiada por vários patrocinadores de inúmeras empresas, incluindo a Sun Microsystems, o primeiro patrocinador, fundador e contribuidor. Todos os usuários satisfeitos são incentivados a participar nos trabalhos comunitários - como desenvolvedores, testadores, tradutores, diagramadores, autores, respondendo perguntas, ou simplesmente divulgadores do produto - com o objetivo primordial de fazer tudo funcionar melhor para todos.


Fonte: http://www.prweb.com/releases/ooo/centomilioni/prweb3108474.htm
tradução livre: Clóvis Tristão/Luiz Oliveira - Gubro-SP

BrOffice.org é a primeira ONG a PATROCINAR a OOoCon2009 !

OOoCon 2009Está acontecendo HOJE o OpenOffice.org Conference 2009, em Orvieto - Itália, reunindo os principais desenvolvedores do OpenOffice.org mundial do dia 04 a 06 de novembro, discutindo sobre o desenvolvimento e horizontes do projeto. O Brasil, com muito esforço, tem participado deste evento sendo praticamente o único representante da América do Sul, no entanto, este ano, estamos começando a mudar esta realidade. É a primeira vez que temos dois brasileiros participando do projeto, interagindo pessoalmente com os líderes dos projetos, além de ser A PRIMEIRA VEZ que uma ONG PATROCINA financeiramente o OOoCon.

É o nosso projeto mostrando que o nossa garra e modo de trabalho podem fazer a diferença! Parabéns para todos nós!

Fonte: www.broffice.org

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Maddog inicia projeto para criar 3 milhões de empregos com Linux no Brasil

Isso mesmo. O diretor-executivo da Linux International garante que o Brasil é o melhor país para o Linux e inicia projeto para criação de pelo menos 3 milhões de empregos.

O diretor da Linux International pretende implantar o projeto-piloto no país em abril do ano que vem. “E, depois de três meses de piloto, se obtivermos sucesso, então começaremos a abri-lo, para que as pessoas sejam capazes de obter a informação e gerar seus próprios serviços”, destacou.

Maddog acredita ser possível, ainda, “dobrar o número de programadores de software livre no mundo, melhorar a educação de forma geral, permitir que o mundo todo economize cerca de R$ 10 bilhões por dia e, acima de tudo, conseguir tudo isso sem nenhum dinheiro dos contribuintes”. Para ele, “tudo é possível. Só depende do quão arduamente nós tentarmos”.

O Projeto baseia-se em três pilares: hardware, rede e empreendedorismo. John Maddog Hall garante que com o uso de vários computadores de baixíssimo custo (ThinClient), com Linux e um servidor, ele pretende conectar todos os computadores de forma a criar uma grande bolha de rede sem fio. Cada ThinClient também será um roteador e compartilhará parte da sua banda de rede para os demais usuários.

Imagine a demanda por profissionais preparados para instalar e configurar o servidor, vender o serviço em prédios e vizinhança, instalar os ThinClients, treinar os clientes usuários, agregar novos serviços, como construção de websites, firewall, prestar serviços de pós-vendas e manter a rede operacional.

E VOCÊ, ESTÁ PREPARADO??

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Ganhador da Promoção

Olá Pessoal.

Sábado, dia 31 de Outubro, foi o último dia para a votação para concorrer ao um Livro sobre OpenOffice.Org e o ganhador, por um voto foi, Victor, do blog por um voto, 15 contra 14 do segundo colocado.

Agora estou aguardando contato do ganhador para me passar seus dados e depois enviar o livro para sua residência.

Depois disso, solicito a ele, uma foto com o livro para ser publicada em nosso blog.

Aguardem que novas promoções surgirão logo.

Construa a Campus Party Brasil 2010


Tem novidade na Campus Party Brasil 2010! Este ano, os participantes ajudarão a escolher a programação para a terceira edição do evento no Brasil. Continuando o processo participativo de construção do evento, iniciado com a enquete sobre o melhor período para realização da CP, os participantes poderão colaborar com sugestões para atividades e ações promovidas durante os sete dias da Campus Party 2010.

Para participar, preencha o formulário disponível aqui e envie suas sugestões. As propostas serão avaliadas pelos coordenadores de cada área de conteúdo.

Os campuseiros que participarão do evento já estão espalhando boas ideias para divulgar a CP. Um deles é Sergio Henrique D. de Oliveira, ou simplesmente shdo, que criou um avatar para que os participantes possam usar em seus Twitter, MSN ou outros serviços. Para usar, basta clicar com o botão direito em cima da imagem e salvar usando o menu do seu navegador. No blog do campuseiro, há também um clã que ele e outros campuseiros criaram para a Campus Party.

As inscrições para o público geral participar da Campus Party Brasil 2010 já estão abertas. Quem quiser conhecer a maior festa da internet brasileira tem até o dia 22 de novembro para se inscrever pelo site www.campus-party.com.br e adquirir ingressos no valor promocional de R$ 120,00. Após esse período, será cobrado o valor normal de R$ 140,00. Os serviços de acampamento e de alimentação são opcionais e não estão inclusos no valor do ingresso.

A terceira edição da Campus Party em solo brasileiro acontecerá de 25 a 31 de janeiro de 2010, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Até o dia 25 de outubro, os campuseiros veteranos (que participaram das edições de 2008 e 2009) poderão fazer sua inscrição pelo valor promocional de R$ 100,00. Confira aqui um passo a passo para se inscrever na CP 2010.

O que você vai ver na CP 2010?

Durante uma semana, 24 horas por dia, você vai participar de palestras, desafios, oficinas práticas e muitas outras atividades. Nesta edição, teremos quatro zonas temáticas: Ciência, Criatividade, Entretenimento Digital e Inovação. Nesses espaços, você poderá interagir e aprender com as principais comunidades de robótica, software livre, desenvolvedores, segurança e rede, modding, games, design, fotografia, vídeo, música, blog e simulação.

Acompanhe todas as novidades aqui no blog e nas redes sociais:
Twitter
Facebook
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A organização do evento avisa aos twitteiros, flickeiros, blogueiros, campuseiros e usuários da Web em geral que a hashtag #cpartybr será usada como tag oficial da Campus Party Brasil 2010. O objetivo é universalizar esta tag para que as informações sobre a CP 2010 sejam facéis de se localizar.

No ano passado, os campuseiros utilizaram ativamente as tags oficiais ao publicarem informações sobre o evento. Na Campus Party Brasil 2009, os campuseiros brasileiros conseguiram posicionar a tag #cparty acima da #obama. Desta vez, a meta é colocar a #cpartybr no topo das listas de tópicos populares. Também é possível utilizar as tags #cpbrasil, #cparty10 e #cparty.

Fonte: www.softwarelivre.org

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Conectando o BrOffice.org ao MySQL

Uma das qualidades do BrOffice.org é sua habilidade de usar diferentes sistemas de bancos de dados. Basta usar o driver correto e o BrOffice.org que conseguirá se conectar a praticamente qualquer SGDB, incluindo o MySQL. Entretanto, a decisão de qual driver de banco de dados usar e a configuração da conexão entre o MySQL e o BrOffice.org pode ser um pouco complicado. Vamos ao processo!

Antes de mais nada, você deve escolher qual driver (também chamado conector) usar. O MySQL oferece dois conectores que lhe permitem mover dados entre o OpenOffice.org e o MySQL: o driver ODBC (Connector/ODBC) e o JDBC (Connector/J). O último é mais fácil de instalar e configurar, e pode ser usado no Linux, Windows e no Mac OS X (também funciona com NeoOffice) da mesmíssima forma. Por outro lado, como o nome sugere, o Connector/J requer que o Java esteja instalado na sua máquina. Ainda que a questão da abertura do código do Java não seja mais uma questão, você precisa se certificar de que o ambiente Java (Java Runtime Environment) está está instalado e adicionado ao BrOffice.org. Outro problema mais sério com o Connector/J é sua funcionalidade um tanto quanto limitada quando usado com a base de dados do BrOffice.org Base. Por exemplo, usando a interface do Base, você pode criar uma chave primária, mas não pode atribuir a propriedade auto_increment para ela. Para contornar essa limitação, você pode construir a base de dados executando os comandos SQL apropriados usando o editor SQL incluso (Ferramentas / SQL). Por exemplo: ID INT( 10 ) NOT NULL AUTO_INCREMENT PRIMARY KEY. Outra solução é usar ferramentas externas como phpMyAdmin ou HeidiSQL.

O Connector/ODBC não tem essas limitações, mas sua instalação e configuração é um pouco mais complexa. Além disso, no Linux, o conector funciona melhor quando a base de dados MySQL está instalada na mesma máquina. Isso é devido ao driver esperar encontrar o arquivo mysql.sock em um diretório específico, e se ele não for encontrado (o que acontece com uma base de dados remota) há falha ao estabelecer a conexão. Naturalmente, você pode fazer o driver conectar a uma base de dados remota, mas isso requer um pouco de mágica, então é melhor não fazer isso - especialmente se você pretende usar o driver em várias máquinas.

Como regra geral, tente usar primeiro, o Connector/J, se você estiver usando Linux ou Mac OS X, e se você se sente confortável usando SQL ou pode editar a base de dados usando uma ferramenta externa. Se você estiver usando Windows ou Linux com MySQL instalado, você pode optar pelo Connector/ODBC.

Usando o Connector/J

Para iniciar no driver JDBC (Connector/J), baixe-o do site do MySQL, descompacte o arquivo baixado e mova o arquivo mysql-connector-java-x.x.x-bin.jar resultante para o local desejado (e.g. seu diretório pessoal). No BrOfice.org, selecione Ferramentas / Opções / Java. Certifique-se de que o Java Runtime Environment apropriado está selecionado e clique no botão Class Path. Em seguida, clique no botão "Adicionar Arquivo" e selecione mysql-connector-java-x.x.x-bin.jar. Clique em OK para salvar as alterações e feche a janela, e então reinicie o BrOffice.org.

Agora você está pronto para conectar o BrOffice.org à base de dados MySQL. No BrOffice.org, clique em Novo / Baco de Dados. No Assistente de Banco de Dados, selecione a opção "Conectar a uma base de dados existente", selecione MySQL na lista de opções e clique em Próximo. Selecione a opções "Conectar usando JDBC (Java Database Connectivity)" e clique em Próximo. Digite o nome da sua base de dados e o endereço do servidor nos campos apropriados. Para ter certeza de que driver JDBC para MySQL está funcionando corretamente, clique no botão "Test Class". Uma vez que o driver tenha sido carregado corretamente, clique em Próximo. Entre com o nome de usuário da base de dados no campo "Nome do usuário". Se houver uma senha definida para o usuário, marque a caixa "Senha obrigatória". Para ver se tudo funciona como esperado, clique no botão "Testar Conexão". Clique no botão Próximo, selecione a opção "Sim, registre o banco de dados para mim" e clique em Concluir. Dê um nome para a banco de dados e salve-o.

Usando o Connector/ODBC no Ubuntu

Se o Connector/J funcionar para você, está tudo certo. Se não, tente o Connector/ODBC. O processo para fazê-lo funcionar é ligeiramente diferente dependendo se você estiver rodando Linux ou Windows. Nós tentaremos o Linux primeiro - específicamente, Ubuntu.

Antes de mais nada, instale os pacotes necessários. Abra o Synaptic e marque os seguinte pacotes para instalação: unixodbc, libmyodbc e unixodbc-bin. O último pacote contem as ferramentas de interface gráfica para configurar uma conexão ODBC para uma base de dados MySQL, que você pode usar ao invés de nos envolvermos com arquivos de configuração.
Figura 1. Configuração do driver ODBC no Ubuntu
Figura 1. Configuração do driver ODBC no Ubuntu

Configuração do driver ODBC no Ubuntu Uma vez que os pacotes tenham sido instalados, rode a ferramenta de configuração do ODBC executando o comando sudo ODBCConfig em um terminal. Clique na aba "System DNS" e no botão Add. Clique em Add novamente para criar um novo driver ODBC. Isso abrirá a janela "Driver Properties". Dê um nome e uma descrição ao novo driver usando os campos apropriados. Assumindo que você está rodando uma versão 32 bits do Ubuntu, especifique o caminho para o arquivo libmyodbc.so no campo Driver (/usr/lib/odbc/libmyodbc.so) e para o arquivo libodbcmyS.so no campo Setup (/usr/lib/odbc/libodbcmyS.so). O resultado final deve parecer com o da figura. Clique no botão "Save and Exit" para salvar as alterações, então clique em OK para abrir a janela "Data Source Properties". Dê um nome para a nova fonte de dados, entre com sua descrição, especifique o endereço do servidor MySQL, o nome da base de dados e a porta. Clique em OK, e está pronto.

Conectar o BrOffice.org à base de dados MySQL usando a conexão criada é uma questão de escolher as opções corretas no Assistende de Banco de Dados. No BrOffice.org, clique em Novo / Banco de Dados. No Assistente de Banco de Dados, selecione a opções "Conectar a uma base de dados existente", selecione a opção MySQL na lista e clique em Próximo. Selecione a opção "Conectar usando ODBC (Open Database Connectivity)" e clique em Próximo. Aponte o Assistente para a conexão ODBC criada usando o botão Procurar. Cliquem em Próximo e entre com o nome de usuário da base de dados no campo Nome de usuário. Se o usuário informado tiver uma senha, marque a caixa "Senha obrigatória". Para ver se tudo funciona como esperado, clique no botão "Testar Conexão". Clique no botão Próximo, selecione a opção "Sim, registre a base de dados para mim" e clique em Concluir. Dê um nome para o banco de dados e salve-o.

Usando o Connector/ODBC no Windows

Connector/ODBC no Windows Se você estiver rodando o BrOffice.org no Windows, baixe o driver ODBC para MySQL (Connector/ODBC), descompacte o arquivo baixado e execute o programa de instalação. Vá ao Painel de Controle / Ferramentas Administrativas e dê um duplo-clique em Fontes de Dados (ODBC). Clique na aba "DNS do Usuário" e clique no botão Adicionar. Da lista de drivers disponíveis, selecione o "MySQL ODBC Driver" e clique em OK. Isso abre a janela de configuração do Connector/ODBC. Na seção Login, entre com a informação necessária nos campos apropriados. Clique em Test para ver se a conexão criada funciona apropriadamente, então clique em OK para salvar as configurações e fechar a janela. No BrOffice.org, crie uma nova base de dados como descrito anteriormente.

Fonte: www.broffice.org

Estilos no Writer

Para usar o estilo em qualquer parte de texto, parágrafo, etc. Selecione o texto onde quer colocar o estilo, clique em *Formatar – Estilos e formatação *ou *F11* ou escolha um estilo no quadro *Aplicar estilo* da barra de ferramentas Formatação e escolha o tipo de estilo que quer usar.

Você também pode criar um estilo diferente, para isto clique em
*Formatar – Estilos e formatação ou F11 -* a seguir, onde estão listados os estilos pré-existentes de parágrafo, caracteres, de quadro (ou moldura), de página e de listas, posicione o mouse sobre um estilo qualquer e clique com o botão direito e escolha NOVO. Ou, se já tiver um texto formatado e quiser guardar este estilo para uso posterior, clique no último icone desta janela *Novo estilo a partir da seleção* e defina o nome deste novo estilo.

Defina toda formatação que quer para o seu estilo, inclusive o nome e depois clique em ok.

*Obs.: Para usar um estilo criado em outro arquivo, tem que se lembrar em que arquivo foi criado o estilo e depois carregar o arquivo. Para isto faça o seguinte:

Abra o arquivo em que quer usar o estilo criado, clica em Formatar – Estilos e formatação ou F11 no lado direito da janela, no ícone Novo estilo a partir da seleção, escolha Carregar estilos – clique no botão Do arquivo busca o arquivo em que criou o estilo – Abrir ou Ok.

Depois seleciona o texto em que quer estilizar, clica em *Formatar – Estilo – Catálogo* – escolhe o estilo criado, clica *ok*.

Obs. Para usar o estilista use a tecla F11. Nele aparecerão os estilos que você carregou.

Autor: Catarina Lúcia Sales Monteiro

Fonte: www.broffice.org

Configurando o Auto Salvamento de documentos e Backup no Writer

1º Passo:
Abra o Open Office Writer, clique no menu Ferramentas e selecione o item Opções. Ao efetuar este procedimento irá abrir uma janela com o título "Opções - Open Office".

2º Passo:
Nesta janela clique no sinal de mais (+) ao lado de Abrir/Salvar, para expandir o menu, e selecione o item Geral. Ative as opções abaixo clicando co mouse:

- Sempre criar uma cópia de segurança (esta opção irá ativar o backup automático de documentos).

- Salvar automaticamente a cada (esta opção irá ativar o autosave (ou salvamento automático). Na campo minutos você poderá definir qual a frequência com que o Writer irá realizará a operação de salvamento.

3º Passo:
Desmarque a opção abaixo:

- Avisar para salvar (isso irá evitar interrupções em seu trabalho quando o procedimento de salvamento automático for realizada.

Última dica:
Feito isso, basta clicar em OK.

Para localizar os arquivos de backup criados automaticamente, no Windows, vá na pasta:


Autor: Paulo Renato Avellar DiasC:\Program Files\OpenOffice.org 2.0\user\backup.

Fonte: www.broffice.org

Ajustando a largura das colunas no Calc

Dê um duplo clique na linha que separa as colunas no cabeçalho.
Exemplo: Se a célula *A1* está preenchida com "*/coluna com dados/*", estes dizeres serão maior do que o tamanho padrão da célula. Para ajustar o tamanho de tal forma que estes dizeres caibam todo na célula, dê duplo clique na linha que separa o cabeçalho A e B (quando aparece uma barra com uma seta para cada lado).

Supondo que esta planilha contenha células em outras colunas com a mesma característica acima, podemos ajustar tudo de uma só vez. Clique no retângulo superior esquerdo que fica entre os cabeçalhos A e 1 (ele não tem nada escrito), isto marcará a planilha inteira. Agora é só proceder como executado no exemplo acima, ou seja, duplo clique na linha que separa o cabeçalho de qualquer coluna.

Autor: Luiz Armando Mendes de Figueiredo

Fonte: www.broffice.org

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Software livre testado em escolas alemãs

As escolas secundárias e primárias da cidade alemã de Münster estão a testar a introdução de software livre nos seus equipamentos informáticos. De acordo com informação avançada pelo OSOR (Open Source Observatory and Repository) neste projecto piloto os alunos das escolas de Münster estão a utilizar o software OpenOffice nos computadores. O próximo passo é migrar todos os 150 servidores existentes nos estabelecimentos de ensino para uma plataforma assente em tecnologia GNU/Linux. Este investimento em tecnologias abertas está a ser feito pelo Departamento de Tecnologias de Informação da autarquia, no âmbito de uma estratégia de aposta nas novas tecnologias.

Cláudio Filho fala sobre sustentabilidade, software Livre e BrOffice na Latinoware

A sustentabilidade e o futuro do universo do software livre depende estritamente da legalidade jurídica e profissional das instituições e das comunidades promotoras de novas tecnologias ligadas ao segmento.
A opinião é do especialista e um dos idealizadores da ONG BrOffice.org, Cláudio Ferreira Filho. Ele ministrou, na manhã desta quinta-feira (22), a palestra “Um caminho de sustentabilidade para o BrOffice.org e o Software Livre”.
A conferência integrou o programa do primeiro dia de atividades da 6ª Conferência Latino-americana de Software Livre – Latinoware 2009, que acontece de hoje a sábado (24), no Parque Tecnológico Itaipu.
Para Ferreira Filho, as comunidades de software livre precisam obter governança e autonomia no mercado mundial. “Hoje ainda estamos muito atrelados a empresas estrangeiras. Por isso devemos criar alternativas e monitorar nossa tecnologia”, disse.
Isso deve ser obtido, segundo explicou o especialista, por meio de medidas como a fixação de know-how no país (neste caso, exemplificando, o Brasil), combate a evasão de divisas para serviços de consultoria, suporte e desenvolvimento, entre outras tarefas, independência de fornecedores estrangeiros, etc. Cláudio Filho citou como referência e modelo a ONG BrOffice.org, a qual dirige ao lado de outros idealizadores.
A entidade atende hoje diversas empresas públicas brasileiras como a Itaipu Binacional, Caixa Econômica Federal, Petrobras, Tribunal de Contas, entre outras companhias, fornecendo programas específicos de informática seguindo a demanda de cada cliente.
A ONG mantém atualmente cerca de 200 desenvolvedores de sistemas e produtores de código aberto, 150 voluntários, mais de 15 projetos internos, mas de seis mil pessoas credenciadas e um faturamento médio de mais de U$ 100 mil. Para quantificar o desempenho, 85 mil desktops estão migrando para o sistema operacional BrOffice
Segundo Cláudio, a receita para o sucesso de qualquer entidade, em um primeiro momento, sustenta-se em sua legalidade. Para atender a diversos clientes, a própria BrOffice, precisou tornar-se uma entidade jurídica, uma ONG, neste caso.
Outro fator importante refere-se a valorização profissional dos integrantes de cada comunidade, a divulgação dos projetos e principalmente o controle e domínio de tecnologia, culminando no trabalho cooperativo com universidades, sem esquecer o aspecto da inclusão digital.

Fonte: www.h2foz.com.br

TI Verde e softwares livres permitem que legislativo campineiro economize mais de R$ 1milhão para os cofres públicos

O legislativo campineiro já conseguiu economizar mais de R$ 1 milhão para os cofres públicos, além de reduzir significativamente o consumo de energia elétrica da área administrativa graças à opção por medidas de TI Verde (Tecnologia da Informação ecologicamente correta) que incluem a virtualização de parte dos servidores, reaproveitamento de equipamentos considerados obsoletos e de aquisição de monitores com maior eficiência energética.
Os órgãos públicos começam a se render às modernas tecnologias e ao mundo digital e aqueles que apostam na chamada TI Verde (Tecnologia da Informação utilizada de forma ecologicamente correta) têm conseguido, entre outros benefícios, uma significativa redução dos gastos com informática e na conta de energia elétrica.A Câmara Municipal de Campinas, por exemplo, que vem apostando, desde 2002, na chamada TI Verde já economizou mais de R$ 1 milhão aos cofres públicos apenas com a opção pelo uso de softwares livres. As soluções "verdes" foram implantadas no legislativo campineiro pela CRMG Network & Security, empresa com a qual a Câmara Municipal realizou parceria para a modernização da sua rede digitalSoftware livreDa rede de 300 computadores instalados na área administrativa da Câmara Municipal e nos gabinetes dos vereadores de Campinas cerca de 85% já utilizam apenas software livre, como o Linux e o OpenOffice, entre outros. "Nós começamos a implantar os softwares livres, gradativamente, a partir de 2002 e percebemos que a resistência inicial dos usuários acontecia muito mais por uma questão de cultura e de costume. Mesmo porque, para os usuários, é mínima a diferença entre os softwares livres que utilizamos e os proprietários, como o Windows", lembra o responsável pelo setor de Informática da Câmara Municipal de Campinas, Sérgio Roberto Damiati.Destas 300 estações de trabalho, 100 já são Thin Clients. Pelo fato do processamento ser centralizado no servidor de terminais, obtêm-se a redução dos custos para a atualização de software, de segurança e de manutenção, além do maior controle sobre o gerenciamento da rede."Dos 100 Thin Clients instalados, 70 já operam com o software livre Linux. Nos outros 30 ainda precisamos manter o Windows devido aos sistemas administrativos adquiridos no passado com base nesta plataforma, como, por exemplo, os controles de patrimônio e de estoque", informa o engenheiro de sistemas e especialista em redes, Carlos Roberto Monteiro Guimarães, diretor da CRMG.Exemplos de economiaA opção por virtualizar dois novos servidores contribuiu para a redução dos gastos do legislativo com a aquisição de hardwares. Enquanto o preço de mercado de um servidor real é de aproximadamente R$ 9 mil, a sua versão virtualizada custa cerca de R$ 5 mil. Além disso, cada servidor virtualizado pode hospedar de três a cinco servidores reais. "Apenas a opção pelos servidores virtuais gerou uma economia de R$ 40 mil", comemora Aurélio Cláudio.Outra grande vantagem dos servidores virtualizados está na segurança proporcionada pelo sistema graças à possibilidade de individualizar serviços essenciais entre as várias máquinas virtuais. "Esses dois servidores atuarão apenas na área de segurança de rede de dados de forma a proteger as informações armazenadas, tanto de hackers externos como de invasões de vírus que, ocasionalmente, sejam enviados pela intranet", explica Carlos Guimarães.De acordo com ele, um dos servidores terá como função manter o controle da navegação na internet, bloqueando sites com conteúdo indesejável ou inadequado para as funções legislativas ou que possam ocasionar risco de invasão por vírus existentes em página da web. Por meio desse servidor também será possível controlar o mau uso da internet pelos usuários que trabalham ou frequentam o legislativo e que, de uma forma ou de outra, acabam utilizando os computadores instalados nas áreas administrativas e nos gabinetes dos vereadores. "A Mesa Diretora da Câmara de Campinas preocupa-se com a modernização do legislativo, pois, sem acompanhar os novos tempos não podemos garantir agilidade e eficiência aos processos legislativos. Com as soluções de TI Verde conseguimos fazer tudo com economia financeira para os cofres públicos e com a redução do consumo de energia elétrica e de CO2, contribuindo com o meio ambiente", diz o presidente da Câmara Municipal de Campinas, Aurélio Cláudio.ParceriasSegundo o responsável pelo setor de Informática da Câmara, Sérgio Damiati, graças às parcerias junto à iniciativa privada para assegurar as melhores soluções disponíveis no mercado várias soluções estão contribuindo para gerar economia financeira para o legislativo campineiro, como a instalação de um servidor proxy, cuja função é armazenar as páginas mais visitadas na internet para auxiliar o rápido acesso aos links externos, e a substituição de 120 monitores de CRT (Cathode Ray Tube) por LCD (Cathode Ray Tube)."Os monitores de LCD representam uma dupla economia de energia elétrica, pois, além de consumirem menos quilowatts, geram menos calor e, consequentemente, exigem a menor utilização do ar condicionado", comenta Carlos Guimarães. "Vale lembrar outra vantagem dos LCDs relacionada aos fatores ergonômicos, como a menor exposição dos usuários à radiação emitida pelo CRT e prejudiciais aos olhos após longos períodos de trabalho", emenda Sérgio.Economia com impressãoAs soluções para a redução de custos de impressão também estão sendo adotadas gradativamente nos diversos setores do legislativo e nos gabinetes dos vereadores. "Verificamos no mercado qual o modelo de impressora que seria compatível com o nosso sistema de informática e que representasse o menor custo de cópia, sem a perda de qualidade, desempenho, e performance que necessitamos. Além disso, em vez de utilizar cartuchos convencionais, optamos pela compra de um kit de alimentação de tinta, instalado do lado externo da impressora. Para se ter uma idéia, reduzimos o custo de cada impressão de R$ 0,30 para R$ 0,01", comemora."Por meio de um levantamento preliminar verificamos a redução de 60% do custo de impressão. Apenas como parâmetro, considerando a hipótese de que todos os vereadores utilizassem a sua cota trimestral de correspondência de 12 mil unidades de uma única vez, o nosso custo seria de R$ 118 mil. Com o novo sistema, o gasto com impressão, nessa situação hipotética, não chegaria a R$ 40 mil. Imagine essa economia ampliada para todas as impressões de documentos e de processos de todo o legislativo", vislumbra o presidente Aurélio Cláudio.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Conheça softwares gratuitos para instalar no seu novo PC

Se é possível ter um computador sem gastar muito, incrementá-lo com bons softwares não custa nada.

Veja, abaixo, dicas de programas gratuitos para instalar no seu novo micro.

Comece pela segurança. Softwares antivírus como AVG, avast! e Avira AntiVir ajudam a manter o computador longe das pragas virtuais.

Aliado importante na segurança, o anti-spyware combate softwares espiões. Entre as opções recomendadas estão o Malwarebytes Anti-Malware, o Ad-Aware e o Spybot -Search & Destroy.

Outro tipo de software que não pode faltar é um pacote de escritório. Entre os gratuitos, um destaque é o BrOffice.org, versão do OpenOffice.org adaptada para português do Brasil. O pacote, que inclui editores de texto, planilhas e apresentações, é compatível com arquivos do Microsoft Office.

Quem costuma fazer edições de imagem, desde as mais simples até as mais avançadas, encontra no Paint.NET e no Gimp duas boas opções.

Para ver vídeos, uma boa pedida é o VLC, tocador multimídia gratuito que abre praticamente todos os formatos mais populares, como AVI, ASF, WMV, MP4, MOV, 3GP e OGG, além de reproduzir filmes em DVD e arquivos de áudio.

Ainda na seara multimídia, o Miro suporta os formatos mais comuns e baixa vídeos do YouTube, além de acessar canais gratuitos em alta definição.

Se você estiver em busca de softwares mais específicos, o site www.techsupportalert.com traz uma seleção bem abrangente dos melhores programas gratuitos em dezenas de categorias, como internet, manutenção do computador e multimídia.

Fonte: www.folha.uol.com.br

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

IV Solisc

O Congresso Catarinense de Software Livre – SOLISC surgiu na Cidade de Joinville, a segunda edição aconteceu também naquela cidade. Em 2005, o evento foi trazido para Florianópolis, onde acontecerá também em 2009. Os 3 anos de interrupção foram importantes para fortalecer a equipe e agregar novas parcerias.
Neste ano, estamos planejando uma série de novidades, como a trilha específica para pequenos empresários e empreendedores. Queremos mostrar cases de sucesso em pequenas empresas, por outro lado incentivar para que surjam novos empreendimentos de Software Livre. Outra novidade será a trilha sobre cases do setor público, onde será apresentado o projeto “software público brasileiro” que conta com 29 comunidades em torno de soluções para o setor público.
Além disso, o evento terá palestras sobre educação e inclusão digital, desenvolvimento, banco de dados, produção multimídia, desktop e distros, voip, entre outros. Queremos contemplar o maior número possível de áreas sem no entanto perder a qualidade do evento. As palestras serão classificadas em 3 níveis (iniciante, intermediário e avançado) assim, as pessoas poderão escolher a palestra de acordo com as suas necessidades e conhecimentos.
Os grupos de usuários também terão espaço garantido, eles serão acomodados no hall de exposições, junto aos estandes de patrocinadores. Alguns espaços na programação estarão reservados para as comunidades realizarem debates. Os estandes para as comunidades também estão sendo comercializados a preços mais acessíveis.
Estamos incentivando também para que sejam organizadas caravanas, os integrantes de caravanas têm descontos especiais e o líder não paga a sua. O líder da maior caravana vai receber um brinde da organização do evento.
Outra campanha está sendo direcionada para universidades, a partir de 40 inscritos, a universidade ganha o direito de divulgar sua logo no nosso site. Os estudantes também ganham descontos nesta modalidade. Propostas podem ser solicitadas pelo e-mail contato@solisc.org.br

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Adiamento do IV Encontro

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Imprevistos que fogem da alçada e esforços da organização do IV Encontro Nacional do BrOffice.org levaram ao adiamento do evento que aconteceria nos dias 12 e 13 de novembro de 2009. As novas datas para a realização do encontro serão em abril. A decisão, tomada em conjunto pelo comitê organizador, tem como motivo principal manter a qualidade técnica do evento ofertado ao público de 27 estados brasileiros, dentro de diretrizes entendidas como imprescindíveis, em sintonia com a credibilidade já conquistada junto a milhões de usuários BrOffice.org. As inscrições continuam sendo realizadas e todos os inscritos até o momento já foram contatados. O material de divulgação será reformulado e disponibilizado em breve.

A comissão organizadora esclarece que o Encontro é composto de 27 eventos, um em cada capital brasileira, viabilizados em conjunto com o SENAI Mato Grosso. Reafirmando essa parceria, ainda na edição do evento de 2008, o SENAI assumiu o compromisso da realização do evento em 2009. Entretanto, devido a contratempos institucionais de governança, diante do cenário de crise econômica mundial, a obtenção de recursos financeiros externos e priorização das ações tornaram inviável a realização de um evento no mesmo nível de qualidade e inovação registrados nos anos anteriores, a despeito de todos esforços e comprometimento dos apoiadores.

A equipe BrOffice.org, ao se retratar publicamente com inscritos, voluntários, parceiros e todos os envolvidos direta ou indiretamente na organização do IV EnBro, reforça sua postura de transparência e responsabilidade junto à comunidade. O comitê organizador ressalta, ainda, que todos os esforços empreendidos até o momento são de extrema importância para a edição do evento que será realizado na nova data. Nesse sentido, os trabalhos de divulgação, organização e gestão serão mantidos no mesmo ritmo e o tempo a mais até a realização do IV EnBro torna-se um aliado para que seja ofertado um evento ainda melhor do que já era previsto.

Atenciosamente
Comissão Organizadora do IV EnBrO

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Promoção livro OpenOffice.org

Olá.

Depois de alguns leitores terem se manifestado, foi escolhida as 3 melhores frases para votação. Agora é com vocês leitores, escolha uma dentre as 3 frases e aquela mais votada, receberá o livro no mês de novembro. Em novembro o leitor terá sua foto publicada aqui no blog juntamente com o livro.

Boa votação.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Apostila de software livre da Sanepar é solicitada para concurso mineiro

As apostilas do BrOffice.org produzidas e utilizadas pela Sanepar foram incluídas nas referências bibliográficas para quem vai prestar concurso público para a Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais.

Anteriormente, para participar do concurso para Provimento de Cargos da Carreira Técnico-Administrativa, também foi necessário o conhecimento deste software livre nas noções de informática.
Ao longo do ano de 2005, o sanepariano Adilson de Oliveira desenvolveu os manuais do BrOffice.org 2.0 Writer, Calc e Impress - implantados na Sanepar antes mesmo do lançamento oficial da versão do programa, em outubro daquele ano. Os manuais foram considerados os mais bem-estruturados em termos de conteúdo e apresentação pela comunidade BrOffice.org. Isso fez da empresa a primeira no Brasil a adotar a nova versão do aplicativo, já com o auxílio dos manuais para consultas.

Treinamento - A Sanepar também está realizando uma série de treinamentos para capacitar seus funcionários a usar o software de uso livre e grátis BrOffice.org 2.0. Entre outros programas, fazem parte da ferramenta o Write e o Calc, que substituem softwares pagos como Word e Excel.
Agora em dezembro, foram realizados treinamentos para as unidades da empresa que atendem a regional de Curitiba. “No interior do Estado, a Unidade Regional de Guarapuava já treinou todos os seus colaboradores, enquanto que, Telêmaco Borba e Pato Branco já participaram do treinamento, envolvendo parte dos empregados”, diz o técnico Adílson de Oliveira.

Segundo o gerente da Unidade de Serviço de Tecnologia da Informação (USTI) da Sanepar, Paulo Müller, a meta é treinar todos os empregados da empresa no próximo ano, já que a companhia está substituindo gradativamente os softwares pagos por softwares livres. “Além de atender às orientações do governo do Estado, o novo software traz economia para a empresa”, explica. De acordo com Marcus Benevides, coordenador da USTI, uma licença do Microsoft Office custa aproximadamente R$ 1.200 para cada computador. “Só nos últimos três anos, a Sanepar adquiriu 2.700 novas máquinas. O preço de um software custa praticamente o valor de uma máquina nova”, diz.

Fonte: www.broffice.org

Workshop revela maturidade do padrão ODF

O governo brasileiro compartilha da visão do Software Livre, de cooperar e garantir acesso irrestrito ao conhecimento. Essa posição está clara no tratamento da política externa do país", afirmou o ministro das relações exteriores, Celso Amorim, durante a abertura da terceira edição do Workshop Internacional ODF, realizada em Brasília. Representantes de diversos países do mundo participam da 3ª edição do Workshop Internacional ODF, evento destinado ao debate sobre o ODF, um padrão aberto para documentos eletrônicos. O workshop, que acontece no Ministério das Relações Exteriores - MRE e tem foco nas necessidades específicas de órgãos públicos, teve início hoje, 25 de agosto.

do entregue no 3º Encontro Nacional do BrOffice, realizada em Curitiba, com a participação do Secretário de Assuntos Estratégicos do Paraná, Nizan Pereira e o analista da Celepar, Vitório Yoshinori Furusho - Foto Marcia Midori." style="padding: 0pt 0pt 10px 10px; float: right;" width="33%">Na abertura do encontro, o embaixador Hadill Viana ressaltou a importância do workshop para a discussão dos melhores modelos de cooperação para uma efetiva adoção do padrão. Em seguida, Clarice Coppetti, vice-presidente de tecnologia da Caixa, ilustrou os avanços do país na adoção do ODF através da existência e contínuo crescimento do Protocolo de Brasília - documento de intenções de uso e difusão do ODF, construído em agosto de 2008. "Em 2009, teremos mais instituições públicas aderindo ao Protocolo e suas orientações. Além disso, abrimos a iniciativa para empresas privadas, o que reforça e consolida a posição do país na luta pela adoção de padrões abertos e livres", analisou Coppetti.

Cooperação para o desenvolvimento
O ministro Celso Amorim ressaltou que a posição do Brasil não representa uma confrontação aos países desenvolvidos, mas, sim, uma preferência de compartilhar e cooperar com os países em desenvolvimento. Deivi Kuhn, coodenador de Software Livre do Serpro, reafirmou o posicionamento do Brasil de negação às patentes de software e à disputa pelo conhecimento. "A opção do país é atuar na informática pública de forma transparente e as recomendações da arquitetura e-PING são a prova disso", analisou Kuhn.

Jomar Silva, diretor-geral da ODF Alliance na América Latina, agradeceu ao governo brasileiro pela viabilização da 3ª edição do evento, que terá foco na apresentação dos casos de sucesso de implementação do ODF em diversos países e na política madura de adoção do padrão. O 3º Workshop Internacional ODF segue até o dia 26, como parte das atividades do Consegi 2009. As discussões prosseguem amanhã, no Salão Nobre Michal Gartenkraut, nas instalações da Esaf, a partir das 9h.

Padrões Livres para Documentos
O conceito de formato aberto é uma mudança de paradigma para os documentos informatizados. Trata-se da definição de um padrão universal que pode ser aberto, editado e salvo em qualquer programa que se proponha a adotá-lo, como, por exemplo, editores de texto. Dessa maneira, os formatos abertos representam uma quebra na dependência entre o documento e o programa gerador, o que proporciona, ao usuário, autonomia e liberdade para escolher sua ferramenta de trabalho.

Fonte: www.broffice.org

TRT da Paraíba adota BrOffice.org e economiza R$ 700 mil

O Tribunal Regional do Trabalho optou pela utilização de software livre (e gratuito) e não vai renovar as licenças do pacote Microsoft Office (Word, Excel e Power Point). Com a opção pela ferramenta BrOffice.org (Writer, Calc e Impress), a Justiça do Trabalho vai economizar cerca de R$ 700 mil. A grande maioria dos servidores recebeu treinamento para a nova ferramenta já é exclusiva desde o último dia 1º.

A decisão está em no Ato TRT/GP nº 147/2009, que considerou a determinação contida no Ato Conjunto do Conselho Superior da Justiça do Trabalho e Tribunal Superior do Trabalho (CSJT.TST.GP.SE nº 10/2008), que estabelece diretriz sobre a política de adoção e migração para o uso de programas com código aberto (software livre) na Justiça do Trabalho.

Software livre é qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, modificado e redistribuído. Segundo Max Frederico Guedes Pereira, diretor da Secretaria de Tecnologia de Informação do TRT, as vantagens da utilização do software livre é o custo, a liberdade de distribuição e a possibilidade de atualização. “A utilização de Softwares Livres é , no momento, uma tendência mundial, tanto no setor público quanto privado”, disse.

Fonte: www.broffice.org

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Pirataria de Software

Entenda um pouco mais sobre as causas e consequências desta prática, que, direta ou indiretamente, afeta a todos nós.

O crime da pirataria é caracterizado pela distribuição, cópia ou venda de qualquer tipo de mercadoria sem que os envolvidos paguem os direitos autorais que abrangem a sua criação, como marca, imagem e diversas outras características inerentes a ele, incluindo o próprio direito de uso de suas funções.

O ato ilícito ocorre nos mais variados produtos, que vão de peças de vestuário e calçados até os softwares de computador, foco principal deste artigo. É fundamental que busquemos entender as causas e conseqüências dessa prática, aprimorando o nosso senso crítico como cidadãos.

Pirataria de Software

Formas mais conhecidas

Como mencionado acima, a pirataria é em geral relacionada a atos que burlam as leis de direitos autorais. Em praticamente todos os casos, as licenças de softwares não são respeitadas, sendo disponibilizadas gratuitamente em cópias ilegais pela Internet ou em lojas que as distribuem em preços bem menores do que as versões pagas.

Os programas, sistemas operacionais e jogos passam por um processo de engenharia reversa, em que o cracker, conhecedor da estrutura desses aplicativos, cria uma maneira de fazê-lo funcionar gratuitamente, motivando os usuários a não optarem pelo produto original.

O “desconhecimento” das licenças

Uma das formas que engloba a pirataria, mas que muitos parecem desconhecer, é o real sentido da aquisição da licença de um software. Quando você compra um sistema operacional, como o Windows Vista, por exemplo, a licença que permite sua utilização estipula a instalação dele em apenas um computador.

Muitas pessoas, até mesmo no mundo empresarial, pensam que ao adquirir o produto você tem o direito de colocá-lo em diversas máquinas, emprestando também para vizinhos e amigos, o que, segundo os termos de uso do próprio sistema, configura o crime de pirataria.

Vale lembrar que muitas licenças permitem a utilização do seu software em diferentes computadores. Alguns jogos também podem ser instalados em um certo número específico de máquinas. O fato é que os termos de uso disponibilizados pelos desenvolvedores precisam ser lidos atentamente para evitar problemas nesse sentido.

Pirataria no mundo

Um dos pontos que mais chama a atenção quando se trata de cópias ilegais de software é quanto ao percentual que a prática abrange em diferentes regiões do mundo. Antes de continuarmos, confira abaixo o gráfico a respeito do tema.

Taxa de pirataria por região

Confira as taxas regionais.

Como é possível observar, América do Norte e Europa Ocidental são as partes do mundo em que menos ocorre a prática da pirataria. Alguns dos motivos que levam a esses números são bem claros, como o maior poder aquisitivo da população e o preço comparativamente menor pago pelos próprios aplicativos, além da maior fiscalização e punição quanto ao crime.

Por outro lado, em regiões do mundo onde a renda é menor e o preço pago pelos softwares acaba se tornando elevado, a pirataria aumenta drasticamente. Fatores históricos e sociais também são de grande influência nesses números.

Motivos

Se perguntarmos para qualquer pessoa os motivos que a levam a utilizar softwares piratas em seu computador, em quase todos os casos a resposta principal é o preço elevado dos produtos originais. Ao se deparar com as mesmas possibilidades gratuitamente, o usuário é tentado a escolher o pirata.

A Internet em banda larga propicia ainda mais a transferência dos softwares de maneira gratuita, em aplicativos especialmente desenvolvidos para isso. Os compartilhadores P2P, além de programas que fazem uso do sistema torrent, são algumas das opções mais utilizadas na disseminação dos piratas.

Outro ponto que facilitou o processo foi a democratização dos gravadores de CDs e DVDs, que hoje são vendidos a preços extremamente acessíveis. Há alguns anos atrás, até mesmo a pirataria era algo mais caro para o usuário comum, que precisava adquirir as mídias prensadas.

Mas, sem dúvida, o principal motivo que leva tantas pessoas a praticarem a pirataria de software é a idéia de que esses atos não parecem ser criminosos, ou já que “quase todo mundo faz”, a justiça não tem como punir todos que praticam. A falta de fiscalização e medidas mais duras quanto à pratica também favorecem a ação dos “pirateiros”.

Desvantagens

A única vantagem real apresentada por um software ilegal é a diferença de preço em relação ao original. Todas as características do produto licenciado, como a garantia, além de suporte e atualizações de segurança, não existem ao adquirir o pirata.

Outra desvantagem importante que muitas vezes passa despercebida é a quantidade de dinheiro desperdiçada no processo, além dos custos em desenvolvimento e distribuição que as empresas criadores dos programas têm que arcar. Segundo os dados do estudo sobre a pirataria da BSA e da IDC, o Brasil perdeu 1,645 bilhão de reais no ano passado com a pirataria.

Os dez mais afetados pela pirataria. Fonte: BSA

Isso barra a criação de novos empregos e reduz os ganhos das desenvolvedoras, além da arrecadação de impostos com os softwares legítimos. Com certeza, se todos comprassem programas originais, o preço deles seria bem menor do que a realidade atual.

Originais de sucesso

Alguns softwares se mostram tão eficientes em suas versões pagas que levam os usuários a gastarem um pouco mais com suas licenças. Diversos antivírus de alta qualidade são um bom exemplo do caso, resolvendo o problema através de um aplicativo que requer que o usuário pague para manter o seu banco de dados atualizado.

Jogos em preços variados dentro do Steam.

No caso dos jogos, o desenvolvimento de versões para teste de boa qualidade para que o usuário conheça o jogo e decida pela compra, além de possibilidades multiplayer atraentes, como acontece em World of Warcraft, são algumas das melhores opções para contornar o problema da pirataria. Jogos disponibilizados eletronicamente, como acontece no Steam, também poupam os gastos em distribuição e gravação em mídia, barateando os produtos.

Quanto aos sistemas operacionais, a melhor maneira de tornar os softwares mais baratos ainda é vendendo-os juntamente com computadores novos, em parcerias com empresas do ramo. O valor do sistema é agregado ao equipamento, e sai bem mais em conta do que se ele precisasse ser adquirido de maneira avulsa.

WoW e CS: dois grandes sucessos no mundo online.

Uma outra saída encontrada pelos desenvolvedores é quanto aos aplicativos disponibilizados na forma de serviços online, que requerem um cadastro pago para que o usuário tenha acesso às suas funções. A evolução nesse sentido parte para o que é chamado de “cloud computing”, termo que designa um sistema bem mais completo e complexo de aplicativos e soluções online para a computação.

Fonte: http://www.baixaki.com.br/info/2804-debate-pirataria-de-software.htm